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Laudo da Truster Brasil realizado com a delegada do caso Bruno estava certo
Sangue no colchão não é de Eliza Samudio, diz polícia mineira
Rayder Bragon
Especial para o UOL Notícias
Em Belo Horizonte
A Polícia Civil de Minas Gerais acabou de divulgar o resultado do laudo do sangue encontrado no colchão do sítio do goleiro Bruno, localizado em Esmeraldas, região metropolitana de Belo Horizonte. Segundo a polícia, o sangue é de uma mulher, mas não é de Eliza Samudio. O sangue foi encontrado pela perícia durante uma segunda busca feita no sítio do jogador.
O delegado Edson Moreira, chefe do Departamento de Investigações de Minas Gerais, reclamou durante entrevista coletiva na tarde desta sexta-feira (23) que estão tentando tumultuar as investigações. Segundo ele, o sangue teria sido plantado no local para atrapalhar o trabalho da polícia.
“Foi feita uma primeira vistoria e não tinha nada no local. Numa segunda vistoria foi encontrada uma mancha enorme no colchão. A chance disso ter sido feito para tumultuar [as investigações] é muito grande”, disse Moreira.
Ele acrescenta que não poderia ter lacrado o local durante as investigações, pois a legislação brasileira não permite isso.
Laudo da Truster Brasil realizado a partir da Delegada Alessandra Wilke apontou o seguinte resultado quando ela se referiu ao sangue no colchão:
Com relação ao indiciamento por homicídio
REL (32):'com certeza' - EXPECTATIVA ALTA <INC.>
REL (33):'há materialidade direta com relação a' - ALTAMENTE ESTRESSADO <INC.>
REL (34):'criança' - BAIXO RISCO <N.I.F.>
REL (35):'todos os depoimentos e declarações' - ALTO RISCO(P1) <F.I.>
REL (36):'contidas nos autos' - IMPRECISÃO <INC.+>
REL (39):'e agora dependendo da analise' - ALTAMENTE ESTRESSADO <INC.>
REL (40):'pericial com relação ao sangue' - IMPRECISÃO <INC.+>
REL (41):'que foi localizado num colchão' - * IMPRECISÃO * <F.I.>
REL (42):'no sítio' - IMPRECISÃO <INC.+>
REL (43):'do Bruno' - ALTO RISCO <F.I.>
REL (44):'nos remetem a' - * ALTO RISCO * <F.I.>
REL (45):'um homicídio' - BAIXO RISCO <N.I.F.>
Conclusão: De acordo com a análise do programa, não é possível concluir com relação a materialidade direta que envolve a criança. No entanto a Delegada Alessandra Wilke não está sendo verdadeira quando afirma que todos os depoimentos e declarações apontam para o homicídio de Eliza. Também não está sendo verdadeira quando fala do sangue encontrado no colchão no sítio de Bruno.
Fonte: UOL e Truster Brasil
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